A voz da taverna

A voz de um marujo de primeira viajem

  • A cidade de vitoria da conquista! Adoro seu frio, suas ruas o seu movimento mais suave que os das capitais. Em suas ruas esconde-se histórias tão lindas, pessoas de todas as partes do mundo buscando refúgio, conhecimento e propósito.


    Bem-te-vi

    Era uma manhã nublada nas ruas de Vitória da Conquista. Enquanto voltava cansado, como quem estuda noite e dia, aos meus aposentos aflitos. Apareceu em minha janela, um passarinho, bicando-a, revelando-me ser o poeta: Bem-te-vi – ele disse Ora, mas que coisa mais graciosa falei Bem-te-vi – disse novamente Essas foram as palavras mais lindas…

    Noite Silenciosa

    Certa noite silenciosaEntrei em ruas sinuosas Sentei frente à portaCom voltas na memóriaHaviam quadros mutiladosHistórias do agoraEram maus augorosQuando vi os ladosDas mil faces do diaboTentei me esconderEm vão almejeiAfoguei minha almaNo orvalho escuroBrandi inseguro:Por que ruas sinuosas?Com voltas na memória?Ouvi: sem escapatória!Brandi inseguro:Por que quadros mutilados?Histórias do agora?Ouvi: sem escapatória!Brandi obscuro:Por que vi os lados?As…

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    É o que dizem nos mares, quem não tem uma taverna, dorme no mar:

  • A cidade de vitoria da conquista! Adoro seu frio, suas ruas o seu movimento mais suave que os das capitais. Em suas ruas esconde-se histórias tão lindas, pessoas de todas as partes do mundo buscando refúgio, conhecimento e propósito.


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