A voz da taverna

A voz de um marujo de primeira viajem

Era uma manhã nublada nas ruas de Vitória da Conquista.

Enquanto voltava cansado, como quem estuda noite e dia, aos meus aposentos aflitos.

Apareceu em minha janela, um passarinho, bicando-a, revelando-me ser o poeta:

Bem-te-vi – ele disse

Ora, mas que coisa mais graciosa falei

Bem-te-vi – disse novamente

Essas foram as palavras mais lindas que escutará há muito pensei.

Foi quando imaginei, que deveria fazer daquele pássaro meu professor. Acima dos demais que me ensinavam em mente aflita.

Pássaro poeta falei, ensina a falar como ti e ser livre como seu amigo sabiá.

Bem-te-vi ele me respondeu.

E foi com seu amigo sabiá, que sai dos meus aposentos aflitos para enfrentar um novo mundo.

Bem-te-vi disse ao porteiro, que vigília noite e dia.

Bem-te-vi disse as plantas, e como meu amigo, agora sabiá, voei pelo vento, em busca de novos momentos.

Escrito pelo Nauta Faroleiro.


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