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Era uma manhã nublada nas ruas de Vitória da Conquista. Enquanto voltava cansado, como quem estuda noite e dia, aos meus aposentos aflitos. Apareceu em minha janela, um passarinho, bicando-a, revelando-me ser o poeta: Bem-te-vi – ele disse Ora, mas que coisa mais graciosa falei Bem-te-vi – disse novamente Essas foram as palavras mais lindas…
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Certa noite silenciosaEntrei em ruas sinuosas Sentei frente à portaCom voltas na memóriaHaviam quadros mutiladosHistórias do agoraEram maus augorosQuando vi os ladosDas mil faces do diaboTentei me esconderEm vão almejeiAfoguei minha almaNo orvalho escuroBrandi inseguro:Por que ruas sinuosas?Com voltas na memória?Ouvi: sem escapatória!Brandi inseguro:Por que quadros mutilados?Histórias do agora?Ouvi: sem escapatória!Brandi obscuro:Por que vi os lados?As…
